Medula Óssea: seja um doador

  • Amigos,

    Há mais de um ano, meu pai está fazendo tratamento de quimioterapia para tratar uma Leucemia (Mieloide Aguda) e agora chegara a confirmação da necessidade de um transplante de medula óssea, pois o tratamento não surtiu o efeito desejado.

    Para quem desconhece, este transplante é um procedimento simples, tanto para fazer o teste de compatibilidade, quanto para a doação.

    Para o teste de compatibilidade, a pessoa tem que procurar um Hemocentro da sua cidade*, coletar uma amostra de 5 a 10 ml sangue e autorizar que se façam os testes/exames. Podem ser realizados em todo Brasil.

    Para a doação, é um procedimento equiparado a uma transfusão de sangue. A pessoa doa até 15% do líquido sua medula, que retornará ao normal de 7 a 15 dias.

    Em caso de dúvida, a pessoa pode fazer o teste e tomar a decisão depois sobre o desejo de doação. O teste só trará uma informação de compatibilidade. A chance de uma pessoa ser doadora da outra é de 1 para 100.000.

    Qualquer um pode ser fazer o teste. Por isso, chame seus pais, irmãos, filhos, tios, primos, amigos, colegas de trabalho, etc… Se não puder fazer o teste, leve alguém que possa! Leve seu carro bem cheio de pessoas que possam. É muito importante este movimento para nós.

    Os únicos requisitos são estar na faixa etária entre 18 e 55 anos e bem de saúde.

    Em Salvador, a pessoa deve entrar em contato com o Hemoba nos telefones 71-3116-5661 / 3116-5600, situado na ladeira do HGE, na Av. Vasco da Gama, de segunda a sexta das 7:30 as 18hs e nos sábados de 8 as 12hs. Lá será preenchido um termo de consentimento pelo paciente para a realização de alguns exames com 5 a 10 ml de sangue retirado da veia (tipagem).

    IMPORTANTE: O site do Hemba só cita a doação por pulsão na médula ossea, mas atualmente a doação de médula é feita pela retirada de sangue periférico, ou seja, A DOAÇÃO É COMO SE FOSSE UMA DOAÇÃO DE SANGUE NORMAL.

    Estamos passando por uma fase muito difícil e precisamos muito da sua ajuda.

    Mais informações no site do Governo Federal:

    http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=64

    Obrigada desde já
    Josie Dattoli


No Pará, o cadastro no REDOME pode ser feito no momento da doação de sangue. O HEMOPA funciona de 7h30 às 18h30.

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Show do Frejat em Benefício ao Instituto Boldrini.

O Instituto Boldrini é um hospital filantrópico que atende crianças com câncer e problemas hematológicos e existe há mais de trinta anos.

O Boldrini é exemplo de esperança; de compromisso social. Com atendimento igualitário, sem restrição de demanda e prestando assistência humanizada a todos que o procuram, o Boldrini é a prova viva que o resgate da dignidade só depende de nós.

Entretanto, ainda há muito o que fazer: alcançar a integralidade do atendimento, fomentando o desenvolvimento de pesquisas científicas que auxiliam na compreensão do câncer, o que constitui os pilares de atuação desta Entidade. Para tanto, as parcerias com as universidades, o poder público, a sociedade civil e os empresários são fundamentais.

Clique na foto para conhecer mais sobre o Boldrini

Transplante de Medula Óssea – Bebê Guilherme Mezabarba Anísio, de 8 meses, com doença rara, granulomatosa crônica, aguarda doador

Fonte: G1

Os pais do menino Guilherme Mezabarba Anísio, de apenas 8 meses, aguardam ansiosamente uma resposta positiva do banco de dados de medula óssea. Guilherme tem uma doença congênita rara chamada Granulomatosa Crônica, que faz com que a criança não tenha nenhuma imunidade a bactérias e fungos. Isso significa que ele não pode ficar exposto a bactérias, porque não tem defesas contra elas. O bebê acabou de sair da Unidade de Tratamento Intensivo do hospital, e ainda se recupera de sua segunda pneumonia.

Com pouca idade, o menino já foi três vezes internado no hospital, duas com pneumonia, uma delas com 40 dias de internação, e uma com ostiomelite, uma inflamação óssea, que no caso de Guilherme atingiu a parte frontal do crânio. Por causa das doenças, um imunologista foi chamado, e, depois de diversos testes, soube o que estava deixando o bebê doente constantemente. “Descobrimos a doença há um mês. Nossa vida mudou completamente”, disse o pai, o geólogo Luis Cláudio Anísio, afirmando que o diagnóstico da doença é muito difícil, mas que no caso do filho, foi conseguido cedo, se comparado a outros casos.

Transplante de medula óssea

Guilherme é o primeiro filho  de Luis Cláudio com a economista Adriana Mezabara. Agora os dois terão que mudar hábitos com o filho. “Ele não pode estar exposto em aglomerações, não pode ter contato com terra, com o mar, ambientes externos, qualquer lugar que tenha possível foco de bactérias. Teremos uma vida muito mais regrada.”

Para a cura definitiva da doença, o pequeno Guilherme precisa de um transplante de medula óssea. O menino já está cadastrado no banco de receptores do Rio. Agora, falta achar um doador compatível. “O banco de doadores é atualizado constantemente. Por isso é importante que as pessoas se cadastrem no banco, porque quanto maior o número de pessoas registradas através de uma amostra de sangue, mais chances temos de achar alguém compatível”, disse Luis Cláudio.

A doação de medula óssea é um procedimento simples. De acordo com o Hemo-Rio, o doador primeiramente se cadastra no Redome – Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea – com uma amostra de sangue, de onde serão feitos alguns testes. Comprovando a compatibilidade com algum receptor, este doador é chamado novamente para a realização de testes mais específicos que comprovarão a compatibilidade da medula.

Procura por doadores

Caso seja positiva, todo o processo é muito seguro. O doador recebe anestesia geral para a retirada das células da medula e passa somente um dia no hospital, por precauções médicas. No dia seguinte já possível retornar à rotina normalmente.

Os pais de Guilherme ainda não encontraram doadores compatíveis no Redome. A esperança é que campanhas de doação consigam mais doadores ou que seja encontrado um doador compatível em algum banco internacional. “Essa é a nova etapa, de buscas internacionais e de novos doadores”, afirmou Luis Cláudio.

Guilherme só poderá ser liberado do hospital onde está, na Zona Sul do Rio, quando estiver totalmente curado. “Se fosse uma criança normal, provavelmente teríamos alta e continuaríamos o tratamento com antibióticos em casa. Mas se ele sair agora, pode agravar a doença e ele ter que voltar para a UTI. As consequências seriam mais sérias”, lamentou. E para se proteger de doenças, mesmo após sair do hospital, enquanto não chega a doação compatível, Guilherme tomará uma grande quantidade de antibióticos e injeções diárias. “O que não impedirá que ele tenha novas infecções e corra risco de vida”.

Saiba onde doar no Rio:

Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti – HEMO-RIO

  • Seg a Sex de 8 às 12
  • Rua Frei Caneca, 8 – Centro – Rio de Janeiro
  • Telefone: (21) 2509-1290

Instituto Nacional de Câncer – INCA

  • Seg a Sex de 7h30 às 14h30, Sabados de 8 às 12
  • Praça da Cruz Vermelha, 23 – 2º andar – Centro – Rio de Janeiro
  • Telefone: (21) 2506-6580

O Poder das Palavras

Um grande amigo me enviou este vídeo sobre o poder da palavra.

No primeiro cartaz do ceguinho, ele pedia ajuda. “Sou cego, por favor, ajude-me”. Poucas pessoas paravam para ajudar. Até que uma traseunte – provavelmente, entendida de marketing – escreve uma nova frase no verso de seu cartaz.

Faz um lindo dia
E eu não posso vê-lo.

Deu certo, né?

Às vezes, algumas pessoas, ao invés de dar uma pequena esmola, fazem muito mais, dando uma luz.

Se o mundo tivesse 100 pessoas…

via Raquel Castro

Depois desse tapa na cara, toda vez que eu comprar alguma coisa pra beleza, vou separar o valor equivalente para doar. Quem sabe assim, não me obrigo de ajudar alguém SEMPRE, e não, vezenquando.

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