Ajude o Japão

Recebi este e-mail de uma grande amiga de Petrolina, que tem descendência japonesa e, como todos nós, ficou apreensiva com a situação atual do Japão após tanta reação da natureza.

Muitos japoneses (e brasileiros moradores no Japão) estão sem energia elétrica, sem comunicação (internet, telefone) e racionam comida o tempo todo. A economia está abalada, cidades destruídas, muita gente perdeu tudo e precisa recomeçar.

A tag #prayforjapan ficou muito tempo no Trending topics do twitter, porém, podemos fazer algo mais, além de rezar. Segue e-mail:

Prezados Senhores,

Conforme toda a mídia mundial vem acompanhando amplamente, a catástrofe que o terremoto e o tsunami do último 11 de março, no nordeste do Japão, causaram e vem causando perdas imensas materiais, principalmente, vidas humanas e condições precárias aos sobreviventes.

Essa situação, também, vem comovendo o povo deste país amigo, e muitas pessoas contatam este Escritório Consular oferecendo doações materiais e financeiras.

Para facilitar, que estes gestos solidários do povo brasileiro alcancem o povo japonês, este Escritório Consular obteve a autorização do governo do Japão para que uma conta bancária fosse usada com tal finalidade de intermediação.  As doações materiais não serão recebidas, devido às dificuldades logísticas.

Os depósitos poderão ser efetuados na conta do Consulado Geral do Japão no Recife (denominação anterior deste Escritório Consular do Japão no Recife), nº. 2002-7 op. 003, agência 0867 – Caixa Econômica Federal – Shopping Center Recife, de preferência, em depósitos identificados.

O Escritório Consular, também, preparou um Livro de Condolências. As homenagens poderão ser registradas, no horário das 8h30 às 17h, no endereço do Escritório, até o dia 23 de março próximo, quando será encaminhado ao governo do nosso país.

Atenciosamente,

Escritório Consular do Japão no Recife
Rua Padre Carapuceiro, 733 – 14º andar
Boa Viagem, Recife, PE
CEP: 51020-280
TEL: (81) 3207-0190.

 

Como Ganhar Dinheiro Dentro da Faculdade

Não é raro assistir o trote de calouros de algumas cidades, que vão às ruas, pedir dinheiro para a matrícula nos semáforos. Ao meu ver, é um lance divertido, você meio que parabeniza o calouro com algumas moedas, incentivando que ele estude e etc. Faz parte da cultura do povo.

No entanto, eu me incomodo quando vejo estes mesmos estudantes pedindo dinheiro no sinal para realizar o “sonho” de ir a um Congresso Estudantil. Todos arrumados, felizes, gastando um lindo dia de domingo, pedindo esmola para comprar tequila.

Durante seis anos de faculdade, não fui a nenhum ECEM (Encontro “Científico” de Estudantes de Medicina), justamente porque não tinha nem o dinheiro da comissão de formatura, quanto mais, excedentes para viagens. Porém, sempre ouvia as histórias! Não sei quem que bebeu demais e vomitou no colega, outra que economizava na comida para gastar em roupas, fulano de tal Estado que passou da maconha para a cocaína… nao eram coisas muito científicas, ao meu ver.

Não digo que todos os que pedem tenham essa mentalidade, porém, seria muito mais digno se, ao invés de pedir, o pessoal conquistasse essa grana! Como?

Aqui vão algumas dicas para conseguir dinheiro com dignidade:

  • Dog Walker

Foi uma mala-direta de Dog Walker que me fez ecrever o post. O universitário do curso de veterinária teve a ideia de passear com cães da vizinhança em determinado horário para garantir o seu trocado para pagar o curso. Ele ainda dá petiscos saudáveis, oferece água e limpa a sujeira do seu cão, na rua.

  • Digitador / Tradutor

Uma das atividades mais fáceis de conseguir na faculdade. Se você já tem um curso de línguas e se garante na tradução, vale a pena investir nessa atividade. Você também pode oferecer sua habilidade na digitação pra adiantar os trabalhos de alguns colegas – podem ser até de outros cursos. Dica legal para ampliar seu networking universitário e ainda ganhar uns trocados.

  • Varejo

Tenho amigas que nem são mais universitárias e entraram nesse. Estão se dando muito bem, obrigada! Algumas arrumaram emprego no Shopping (o que não acho tão boa ideia assim, uma vez que se trata de um trabalho deveras cansativo tanto fisica quando mentalmente), outras viraram representantes de cosméticos.

Vendem cosméticos, bijous, variedades em catálogos ou viraram consultoras de beleza. É muito fácil se cadastrar, e se você tiver o traquejo para as vendas, é certeza de um ótimo negócio.

Algumas empresas onde você pode se cadastrar online: Avon, Natura, Mary Kay, Jequiti, Hermes, Racco… são apenas algumas das quais tenho conhecimento (e compro!).

Atividades não faltam, para você ganhar dinheiro e ainda estudar para ter um curso superior, é só querer!

Elevador: aprendendo como usar

Mais um e-mail recebido e divulgando

Num dos programas da Ana Maria Braga, os bombeiros ensinaram como agir em caso de elevador que trava, pára e dá pane.

Pelo menos 76 pessoas morreram no ano passado, porque confiaram no zelador, que usou uma chave de fenda no elevador em pane e abriu um certo pino. A pessoa que estava dentro tentou sair pela metade aberta da porta do elevador. O elevador movimentou-se, e a pessoa foi cortada ao meio.
Há casos em que outras pessoas tiveram mãos, braços ou cabeças decepadas.

Por isso, NUNCA tente sair pelo buraco ou parte aberta de um elevador em pane!

O procedimento correto é o seguinte:

  1. Aperte o botão do alarme ou o que indica que está avisando alguém.
  2. Sente-se num canto. Em caso de descontrole emocional, abaixe  a cabeça e feche os olhos, aguarde, calmamente, que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure se lembrar de que você está trocando tempo por segurança.
  3. Não aceite ajuda de estranhos e nem saia com o elevador aberto pela metade! Ele poderá subir ou descer repentinamente.
  4. O BOMBEIRO, ASSIM QUE CHEGAR, VAI DESLIGAR A CHAVE GERAL DA CASA DE MÁQUINAS E TESTAR, COM UM APARELHO, SE O ELEVADOR ESTÁ PARADO MESMO E TOTALMENTE INOPERANTE. Então, ele avisará a outro bombeiro, via rádio, para que faça o procedimento junto à porta do elevador. E o elevador irá subir ou descer, completando o ciclo dele e parando no ponto seguro.
  5. ANTES de entrar no elevador, sempre, verificar se ele está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar e ficar atento no número de ocupantes, se está compatível com o peso que diz na placa!

Quando estiver muito cheio, evite entrar nele, pois poderá haver problema!

Os bombeiros explicaram também que o elevador tem freios,suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total e que jamais um elevador cai, sem mais nem menos.

Portanto, a pessoa terá que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar) e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!

Resumindo:
Se ficar preso só saia com a ajuda dos bombeiros, e não com a do zelador do prédio, ou de um abelhudo que diz que tudo já está sob controle.

E, em caso de Incêndio, JAMAIS use o elevador. Faça uso da escada.

Doze conselhos para ter um infarto feliz

Recebi por e-mail da minha amiga Wilma Fernandes.

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

Dr. Ernesto Artur – Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc..

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro (e ferro , enferruja!!)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

IMPORTANTE:

OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos:
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo (direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram… Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ”ataque cardíaco” e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE
DEITE !!!!

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
Duvido que você não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!!!

Ajude a Renata, por Danielle

Danielle Santos, entrou em contato com a equipe BorAjudar. Ela mora na Bélgica e tem uma irmã (Renata) doente mental, que é cuidada por sua mãe, que também parece estar doente. As duas moram sozinhas em Ananindeua e precisam de um apoio para que Renata possa comparecer às consultas.

Conversei com a Danielle por MSN, ela me contou sobre sua situação e a situação de sua família que mora em Ananindeua. Não se trata de uma questão de saúde ou financeira, e sim uma situação SOCIAL. Peço, encarecidamente, a quem puder ajudar dando orientações de como conseguir essa assistência via poder público, manifeste-se em caráter de urgência.

O BorAjudar ainda não conhece, pessoalmente, as pessoas envolvidas, mas o contato de D. Nazaré, a tia de Renata e Danielle, está abaixo para informações mais detalhadas.

Bom aqui vou começar a contar a história de saude de minha irmã. Minha irmã se chama Renata Michelle Moraes Santos, ela adoeceu quando tinha 17 anos. Começou com um quadro depressivo, então minha mã e a levou a acompanhamento com psiquiatras, neurologista, psicólogos e terapeutas ocupacionais.

Seus médicos foram muitos… Minha mãe é uma heroía incansável. Ela tem duas filhas, a Renata e eu, que me chamo Danielle. Hoje minha irmã está com 33 anos, eu tenho 35.

Renata era linda, uma boneca! Com a depressão, chegou a engordar muito, devido aos medicamentos. Hoje está muito magrinha, não se alimenta e nem toma banho. Minha irmã sempre foi cuidada em casa com muito amor e carinho.

Uma vez, apresentou uma crise e minha mãe precisou interná-la numa clínica, onde permaneceu por sete dias. Era uma clínica muito boa (casa de repouso) que ficava atrá do bosque, onde ela foi bem tratada e teve melhoras. No entanto, essa melhora é sempre passageira. A situação tem-se agravado de uns três anos pra cá, pois eu casei e minha mãe ficou sozinha cuidando dela.

Minha mãe, mesmo doente, conseguia levá-la às consultas, mas depois não conseguiu mais. Ela também está doente, falando palavras desconexas, perdendo o raciocínio, não sai mais de casa… As duas estão magrinhas. Minha mãe não consegue nem ir ao supermercado, pois não tem quem fique com a Renata.

Tive informações que mamãe esta raquítica e a casa onde moram está destruída porque a Renata costuma quebrar as coisas. Eu mando dinheiro todo mês para pagar o plano de saúde, porém ela não tem ido a nenhuma consulta porque minha mãe não consegue levá-la.

Minha mãe é pensionista do Estado e minha irma recebe um auxílio do governo sobre a invalidez. A ajuda que eu queria era poder ter alguém que possa ir ali na casa delas, oferecer uma mão a elas, poder levar minha irmã ao médico com minha mãe, ajudar a cuidar dela, caso não haja internamento.

Minha mãe tem conhecidos, mas devido não sair, não pode tentar encontrá-los para pedir ajuda. Quero tanto que minha mãe e irmã voltem a ter a vida social que tinham antes, pois mesmo minha irmaã doente, minha mãe ainda saía com ela pra passear. Hoje elas não saem, só vivem trancadas na casa. Tenho medo que elas morram sozinhas ali, sem ajuda e sem assistência.

Eu, Danielle, sou casada há cinco anos e tenho uma filha de seis meses e meio. Passeia minha gravidez toda ruim, queria muito ter ido ao Brasil. Trabalho na cozinha de um restaurante, meu marido é belga e também trabalha, porém nao somos ricos. Temos vida dura aqui.

Minha tia ficou de ver uma casa para alugar, mas não sei se teremos dinheiro suficiente para pagar o aluguel. Em Ananindeua, onde moram, é muito violento e elas vivem sozinhas. Se eu tivesse condições, já as teria tirado dali.

Eu nao sei quando poderei ir a Belém. Neste momento, não tenho dinheiro para viajar. Preciso voltar a trabalhar parar poder poupar um pouco antes disso. Estou com o coração apertadodemais. Sinto-me angustiada.

Liguei ao Ministério Publico falando da situação. Eles vao entrar em contato com minha tia, a única que, nesse momento está ajudando. Tenho muitos parentes, porém vivem em outros Estados,

Por favor, ajude-me!

A tia se chama Nazaré e pode ser encontrada nos telefones: (91)  32557445; (91) 92227640; (91) 91047488. É com ela que podemos manter contato para ajudar esta família.

Não precisamos de dinheiro. Precisamos de alguém que se disponha a ser um anjo nesta família. Que tenha como levar a Renata para se consultar e dar um apoio a mais nessa jornada tão difícil. A Danielle está na Bélgica, impossibilitada de vir, mas agoniada porque pouco pode fazer.

Renata, Danielle e sua mãe, ainda felizes, antigamente

Esta é a Renata

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Casas André Luiz
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