A gente muda o mundo mudando nossos hábitos!

Todo mundo conhece a fábula do beija-flor, que estava levando água no seu pequeno bico para apagar um grande incêndio na floresta. Quando questionado sobre a ineficiência de seu gesto, o beija-flor responde “estou fazendo a minha parte!” Se todos fizerem uma pequena parte, somos capazes de mudar o mundo.

Esta filosofia também alimenta a ONG NoOlhar que em Belém atua com ações de preservação ambiental, principalmente de correta destinação de resíduos sólidos. Lá encontramos também produtos feitos a partir da reciclagem, oficinas de reaproveitamento de materiais como óleo de cozinha, entre tantas outras coisas. A NoOlhar tem por objetivo social, expresso em seu estatuto, o apoio à educação, inclusão da cidadania, desenvolvimento sustentável e a conservação do meio-ambiente.

Quem se lembra, de ter aprendido na escola, do fato que água e óleo não se misturam? Pois é… e para onde vocês acham que vai o óleo de soja usado que se joga pelo ralo da pia?

Vamos seguir o exemplo do beija-flor?

Levem seus resíduos sólidos (plástico, papel, vidro, lixo eletrônico…) e óleo de cozinha até a sede da NoOlhar, na rua Riachuelo nº 37, próximo à travessa Padre Eutíquio (tem uns anjos enormes de garrafa PET na fachada, é fácil de achar). Ou ligue para (91) 3222-2277.

Conheça a NoOlhar e contribua sempre.

Voluntariado é o que há!

Poderia colocar aqui várias frases de efeito, como “Fazer o bem faz bem” ou “Cada gesto a favor de alguém é um gesto que se multiplica”, mas vamos direto ao ponto.

Quantas vezes nos lamentamos do tédio enquanto tem tanta coisa para ser feita?

Muita gente precisa de fato dos outros. Não só aquele que temos à nossa vista. Não só o que cai, mas às vezes o apoio para que isso não aconteça.

As chuvas intensas têm provocado calamidades e a solidariedade de todos. Mas, como a chuva e a catástrofe, são eventos. E muitas coisas poderiam ser evitadas com as ações constantes, preventivas, tanto da sociedade civil quanto dos entes públicos. É esse o objetivo: fazer sempre.

É razoavelmente fácil mobilizar, concentrar esforços em um único ponto. Mas muitas vezes este esforço concentrado, eventual, acaba sendo inócuo quando as ações são permanentes. Me lembro de um orfanato que eu visitava há muitos anos atrás, que recebia um volume de doações enorme, no Natal, de roupas e brinquedos. Lembro das coordenadoras dizendo que as crianças precisavam de roupa o ano inteiro e de outras coisas além de brinquedo e, principalmente, precisavam de atenção e carinho todo dia.

Crianças, doentes, idosos, as pessoas que fazem o trabalho diariamente com estas pessoas… todos nós, em algum momento da vida, precisamos de auxílio e apoio. E nem sempre podem estar buscando auxílio: ele tem que estar a mão!

Quem pode imaginar que um doente possa precisar ouvir uma música, por exemplo? Só alguém com sensibilidade e um pouco de talento e vontade… e o lugar certo para que aconteça a mágica!

Encontre quem precisa de você! Aqui tem algumas oportunidades. Mas, principalmente, abra seus olhos e coração, veja as oportunidades de ajuda que estão do seu lado, na sua comunidade. O blog Belém Solidária tem outras indicações.

Elevador: aprendendo como usar

Mais um e-mail recebido e divulgando

Num dos programas da Ana Maria Braga, os bombeiros ensinaram como agir em caso de elevador que trava, pára e dá pane.

Pelo menos 76 pessoas morreram no ano passado, porque confiaram no zelador, que usou uma chave de fenda no elevador em pane e abriu um certo pino. A pessoa que estava dentro tentou sair pela metade aberta da porta do elevador. O elevador movimentou-se, e a pessoa foi cortada ao meio.
Há casos em que outras pessoas tiveram mãos, braços ou cabeças decepadas.

Por isso, NUNCA tente sair pelo buraco ou parte aberta de um elevador em pane!

O procedimento correto é o seguinte:

  1. Aperte o botão do alarme ou o que indica que está avisando alguém.
  2. Sente-se num canto. Em caso de descontrole emocional, abaixe  a cabeça e feche os olhos, aguarde, calmamente, que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure se lembrar de que você está trocando tempo por segurança.
  3. Não aceite ajuda de estranhos e nem saia com o elevador aberto pela metade! Ele poderá subir ou descer repentinamente.
  4. O BOMBEIRO, ASSIM QUE CHEGAR, VAI DESLIGAR A CHAVE GERAL DA CASA DE MÁQUINAS E TESTAR, COM UM APARELHO, SE O ELEVADOR ESTÁ PARADO MESMO E TOTALMENTE INOPERANTE. Então, ele avisará a outro bombeiro, via rádio, para que faça o procedimento junto à porta do elevador. E o elevador irá subir ou descer, completando o ciclo dele e parando no ponto seguro.
  5. ANTES de entrar no elevador, sempre, verificar se ele está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar e ficar atento no número de ocupantes, se está compatível com o peso que diz na placa!

Quando estiver muito cheio, evite entrar nele, pois poderá haver problema!

Os bombeiros explicaram também que o elevador tem freios,suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total e que jamais um elevador cai, sem mais nem menos.

Portanto, a pessoa terá que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar) e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!

Resumindo:
Se ficar preso só saia com a ajuda dos bombeiros, e não com a do zelador do prédio, ou de um abelhudo que diz que tudo já está sob controle.

E, em caso de Incêndio, JAMAIS use o elevador. Faça uso da escada.

Doze conselhos para ter um infarto feliz

Recebi por e-mail da minha amiga Wilma Fernandes.

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

Dr. Ernesto Artur – Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc..

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro (e ferro , enferruja!!)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

IMPORTANTE:

OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos:
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo (direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram… Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ”ataque cardíaco” e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE
DEITE !!!!

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
Duvido que você não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!!!

Intensivistas – quem são eles?

Quando a gente tem algum parente na UTI de um hospital, pensa que é o fim. Lá, contudo, existe uma equipe de profissionais, chamados de intensivistas e que estão, em turnos, 24 horas tomando conta de nossos queridos.

É duro virarmos as costas e confiarmos em um grupo quase anônimo de profissionais, todos vestidos com jalecos, toucas e máscaras. Nos cabe, contudo, confiar em Deus e na iluminação destes homens e mulheres que, via de regra, nos trazem a esperança dia a dia recuperando nossos bens preciosos, como artistas restauradores.

É natural que desejemos estar o máximo de tempo possível com nossos queridos internados, mas, neste meu primeiro post no blog eu gostaria de dar algumas dicas de como ajudar quem mais quer ajudar os nossos internados nas UTIs:

  1. O protocolo das UTIs reduzem ao mínimo as visitas porque é necessário. Tem que se reduzir o risco de contágio a vírus, bactérias naqueles que já estão tão fragilizados.
  2. Ninguém proíbe a sua entrada porque está escondendo alguma coisa, mas pelas razões acima. Se você tem dúvida, pergunte à equipe, especialmente aos médicos e enfermeiros. Dúvidas sobre procedimentos, você poderá tirar com os auxiliares de enfermagem que são quem realmente estão em contato mais efetivo com nossos queridos.
  3. Não adianta ficar sentado na antessala da UTI entre uma visita e outra, a não ser que você queira mostar para o seu querido uma cara cansada e desanimada. Além do mais, há maior risco de você mesmo ser veículo de transmissão dos vírus e bactérias, por seu corpo e roupa sujos.
  4. Vá pra casa, tome um banho, troque a roupa por outra limpa e passada. Se aquela blusa com dizeres de esperança precisa ser vestida a cada visita, providencie mais de uma. Ou busque novas palavras para serem transmitida pela camiseta, tenha mais de uma camiseta.
  5. O querido está entediado, quer ver, saber, ouvir novidades. Se ele te vir com a mesma roupa o tempo todo, por mais positiva que seja a mensagem da camiseta, isso não vai ajudar ao estímulo do seu querido.
  6. A redução do tempo de visita é questão de segurança, mas profissionais da área de saúde tem acesso franqueado às UTIs. Mas se você conhece todos os médicos da cidade ou se todos os parentes de sua grande família são médicos/enfermeiros, isso não significa que todos tenham que entrar o tempo todo. Pense: segurança do seu querido e do querido dos outros depende do seu bom senso.
  7. Outras situações podem garantir ou necessitar que hajam visitas estendidas para os queridos. Menores de idade, por exemplo, necessitam de um apoio afetivo mais próximo. Converse sobre esta necessidade, mas lembre-se, você não pode se mudar para a UTI.
  8. A espera na antessala de uma UTI é sempre tensa. Normalmente o assunto é o mesmo, as tensões são muito semelhantes. Aproveite para reunir em orações ou trocas de palavras de incentivo: vai fazer bem para você e para quem ouvir.
  9. Além dos queridos internados, as pessoas também tem outros assuntos, toda uma vida e experiências a trocar: converse também sobre outros assuntos, de forma a tornar o ambiente mais ameno.
  10. Se você estiver doente, evite ir à visita na UTI. Se necessário, se previna usando máscaras, luvas e tudo que for possível, e evite o contato com o querido. Explique para ele a mudança de atitude, para que ele não fique fantasiando.
  11. Aliás, contato é sempre bom, mas pense: você pode ser um agente de contaminação. O carinho deve ser protegido: faça cafuné, carinho sobre as cobertas, evite contato direto pele a pele ou falar muito próximo do seu querido.
  12. Durante a visita, auxilie o seu querido sob a  orientação dos profissionais intensivistas. Não faça nada que o seu querido pedir sem o aval da equipe. Às vezes determinados procedimentos “esquisitos” são muito lógicos sob a luz do procedimento médico. Na dúvida, pergunte sempre.
  13. Mesmo que você não entenda nada de medicina, sempre é bom saber os valores normais de oxigenação, ritmo cardíaco, pressão arterial, temperatura e outros que os equipamentos marcam. Observe e questione qualquer alteração. Leia os valores para o seu querido para que ele saiba que tudo está bem.
  14. Seja proativo e busque ajudar a equipe com informações.
  15. A sua experiência também pode ser útil para quem está do seu lado. Não se furte a ajudar.

Conheça mais sobre o trabalho dos intensivistas aqui.

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Casas André Luiz
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